#influencia: Thiago, guitarrista e vocalista do Wiseman

Howlin' Records

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#influencia: Thiago, guitarrista e vocalista do Wiseman

No ar sessão ‪#‎influencia‬!

Temos o orgulho de receber nosso amigo Thiago, guitarrista e vocalista do Wiseman, que vai fazer a delação premiada aqui pra gente se ligar de quem é a culpa por seus riffléx!

Ouça o trampo dos caras aqui: https://wiserock.bandcamp.com/
Playlist: https://soundsgood.co/…/10-guitarristas-por-thiagones-wisem…

1. Kurt Cobain (NIRVANA): O Nirvana foi a banda que resgatou toda a essência crua, raivosa e sincera do punkrock dos anos 70 e colocou novamente sob os holofotes. Kurt Cobain conseguiu criar um estilo próprio e único de compor e tocar guitarra, mantendo a simplicidade musical, porém, com melodias vocais bem “pop”: – Era Pesado, Gritado, Barulhento, Sincero, e ainda assim, Simples e melodicamente acessível. Podemos representar Kurt Cobain como uma guitarra surrada (Fender Jaguar, de preferência), um pedal Stompbox da Boss (TurboDistortion), o Chorus e a sua voz rasgada, Apenas isso. E a 1° música que eu aprendi a tocar numa guitarra / violão foi In Bloom.

2. Tony Iommi (BLACK SABBATH): O Black Sabbath teve diversas fases, e diferente da grande maioria dos fãs, eu gosto de todas. E se formos pensar bem sobre isso, o principal elo que esteve em todas essas fases do Sabbath foi ele, sim, Tony Iommi !! Tony Iommi (e seus dedos metalizados) inventaram o som pesado. Conhecido como um dos maiores “riffeiros” da história do rock, imortalizou dezenas de canções do Sabbath. Todos os que vieram após Iommi, beberam dessa fonte (direta ou indiretamente).

3. Stephen Egerton (ALL, DESCENDENTS, SOLO): Multi instrumentista e Produtor. Stephen entrou no Descendents pouco antes deles se separarem (idos de 86 / 87) e não teve tempo de mostrar o seu som. Foi no ALL que ele começou a deixar a sua assinatura. Guitarrista de muita criatividade, faz literalmente a guitarra cantar junto com os diversos vocalistas que o acompanham. Harmonias, melodias e dissonâncias, palhetadas rápidas e ritmadas. Criou diversas músicas inesquecíveis. Seu estilo único transformou o som dos Descendentes quando retornaram em 1996. Sua presença e sonoridade ficam bem aparentes nos seus trabalhos solos. No 1° Riff já da pra saber quem é, é Stephen Egerton!

4. Dr. Know (BAD BRAINS): Uma das bandas mais explosivas (se não a mais) da história do punk / hardcore mundial. Musicalmente, os integrantes do Bad Brains estavam muito à frente dos seus contemporâneos. Enquanto H.R. incendiava a platéia, na retaguarda tinham 3 exímios musicistas segurando o som. O Dr.Know fez o que era inimaginável naquela época dentro do punk rock/ hardcore. Juntar todos aqueles Solos alucinantes e misturar ao reggae jamaicano. Pura Explosão!

5. Sergie Loobkoff (SAMIAM, SOLEA, KNAPSACK): Guitarrista discreto, Sergie participou de algumas das bandas que ajudaram a “moldar” o tão desconhecido (até hoje) “Emotional Hardcore”[Não jovem, NX Zero não é EMO]. O Sergie não é um guitarrista virtuoso, mas possui feeling inigualável e criou sons inesquecíveis. Clássicos como Mexico, Mudhill, Capsized, Sunshine, Full On, She Found you & Muito mais. Ta bom?

6. Phil Fargnoli (REFFER, DEAD FISH): Pra mim, o Phil é um dos melhores guitarristas de rock, hardcore e punk rock do Brasil. No Reffer, com o disco Interference (único da banda até agora) eles conseguiram ir bem na contramão do que rolava de hardcore melódico na época. Trouxeram mais técnica e velocidade pras cordas, sem ficar preso na mesmice característica do estilo. As guitarras pareciam “conversar” entre si com suas oitavas e “cavalgadas” . Aprendi muito tirando os sons do Reffer. No Dead Fish também fez história, o disco Zero e Um pra mim é total Phil.

7. Fernando Zambelli (GARAGE FUZZ): O Garage Fuzz basicamente definiu e deu um rumo pro início do hardcore melódico no Brasil. Guiados pela guitarra perfeccionista do Nando Zambelli, que tinha sempre um tempero, um brilho a mais pra colocar em cada música. Nando caracterizou-se como ótimo “Riffeiro” e solista. Além do som, Nando se destacou-se também pela presença de palco marcante, sempre com seus pulos característicos.

8. Bob Mould (HÜSKER DÜ, SUGAR, SOLO): Chamado por alguns como “Pai do Grunge”, a verdade é que a carreira do Bob Mould é Irrepreensível. Seja no Hüsker Dü, Sugar ou carreira solo, sempre manteve-se íntegro e alheio aos modismos que vão e vem. Bob Mould (e sua Stratocaster azul) influenciou e influencia gerações desde os anos 80. Além do timbre de voz bem característico, sua guitarra soa de forma harmônica, com poucos solos, casando e complementando perfeitamente as suas melodias.

9. Mark Vecchiarelli (SHADES APART): As limitações que uma banda power trio pode ter nunca foram problema para o Shades Apart. A cozinha (baixo + bateria) sempre entrosada, deixava muito espaço pra guitarra do Mark sobressair. Sem virtuosidades e exageros, cobria perfeitamente qualquer buraco que pudesse haver na sonoridade. Além dos Power chords fortes e distorcidos, também é característico da sonoridade do Shades as palhetadas abafadas, dando harmonia, ritmo e dinâmica ao som da banda.

10. Walter Schreifels (QUICKSAND, RIVAL SCHOOLS, GORILLA BISCUITS): Walter Schreifels é outro que nunca erra a mão. Desde os anos 80 é figurinha carimbada na cena hardcore americana. Iniciou com o Quicksand no começo dos anos 90. A Síntese perfeita do termo “post-hardcore” é o Quicksand. Guitarras altas e distorcidas com seus timbres “metalizados” e muito “noise” . Enquanto uma guitarra fazia a harmonia, Tom Capone na outra garantia que sempre haveria uma resposta com muito “gain” pra guitarra do Walter. “