Mini Entrevista: Chalk Outlines

Howlin' Records

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Mini Entrevista: Chalk Outlines

Mini Entrevista: Chalk Outlines

Esse feriadão em São Paulo rolou uma penca de shows e festivais de gravadoras independentes como Sinewave Label, Submarine Recs NorópolisBlack Embers Fest III, entre outras. Um dos quartetos mais queridos aqui da casa, Chalk Outlines foi até a Trackers para tocar na terceira edição do festival da Black Embers. Eles contam como foi nessa ‪#‎minientrevista‬.

banda

Howlin’: Como foi para o Chalk Outlines tocar na terceira edição do Black Embers Fest e o que destacam?

Chalk: Foi bem curioso, na real. O festival tem um foco maior em bandas bem pesadas, mas também trabalha com a ideia de abrir espaços para outros gêneros. Ficamos muito felizes com o convite. O show foi bem divertido, clima bom. Tocamos umas coisas que já temos tocado há algum tempo e testamos umas coisas novas também. Fomos muito bem recebidos e saímos de lá contentes com o que rolou.

Howlin’: É diferente para vocês tocar no festival de uma gravadora independente em comparação à outros shows em sua agenda?

Chalk: Nós não temos um modelo de show, não temos rigidez de forma. A gente se adapta dentro daquilo que está acontecendo, desde que faça algum nexo a gente estar ali, obviamente. Tentamos elaborar o que vamos apresentar de acordo com o espaço e com a ocasião.

Howlin’: Além do Black Embers, tivemos muita movimentação no cenário independente nas últimas semanas em rolês e festivais da Sinewave, Bichano RecordsBalaclava Records, Submarine, Guitar Days Fest com Killing Chainsaw e uma série de outros eventos. Como vocês observam esse atual momento do rock independente e essa possível ascenção de gravadoras levando em conta que o país atravessa uma de suas piores crises políticas?

Chalk:A música sempre persiste, mesmo com todas as adversidades. E o independente sempre carrega muito disso porque quem está ali geralmente está porque está fazendo o que gosta, sem compromissos com outros interesses que não sejam mostrar seu trampo. A todo momento surgem novas forças, novas formas de fazer a coisa ir pra frente, seja via gravadoras, selos, projetos, coletivos. O importante é sempre ir atrás de meios pra levar a música adiante.

Howlin’: Quais são os próximos passos do Chalk Outlines nesse ano?

Chalk:Essa é mais treta de responder. Nós fazemos muitos planos o tempo todo, e aí a gente muda de ideia ou é forçado a mudar de ideia, geralmente por questões de ordem financeira. Mas eu acho muito positivo a gente se permitir mudar de ideia. Como já disse, nosso compromisso é com a música que a gente gosta de fazer, e não com lógicas de mercado. Nós temos mais é que aproveitar essa liberdade que a gente tem, sendo uma banda independente, pra fazer o caralho que a gente quiser, a hora que a gente bem entender. Mas, respondendo à pergunta, o plano é lançarmos mais três singles esse ano. Vamos ver se vai rolar.